PLANTAS MEDICINAIS E LEISHMANIOSE CUTÂNEA: UMA REVISÃO

  • Gilson de Abreu Viza Universidade Federal do Tocantins

Resumo

A leishmaniose é uma doença infecciosa zoonótica que provoca lesões ulcerativas que podem ser fatais. Essa parasitose tem grande prevalência mundial e o Brasil está entre os países nos quais ocorre o maior número de casos. Alternativas terapêuticas de baixo custo para controle da leishmaniose e o uso de plantas medicinais no tratamento da doença tem despertado o interesse de pesquisadores. Esta revisão narrativa objetivou estudar o uso de plantas medicinais no tratamento das lesões cutâneas provocadas pela leishmaniose.  Procedeu-se uma busca nas seguintes bases informatizadas de artigos indexados: Pubmed, Medical Literature Analysis and Retrieval System On-line (Medline); Latin American and Caribean Health Science Literature Database (Lilacs); Scientific Eletronic Library OnLine (SciELO). Os critérios de inclusão de artigos nesta revisão foram: artigos publicado em inglês, português e espanhol de 2002 a janeiro de 2019 que se referem à leishmaniose cutânea e os ensaios com plantas medicinais. Foram selecionados 21 artigos. Três plantas (Allium sativum, Anacardium occidentale L. e Uncaria guianensis (Aubl.) J.F.Gmel), citadas estão registradas na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais e são indicadas para o tratamento de feridas da leishmaniose.

Biografia do Autor

Gilson de Abreu Viza, Universidade Federal do Tocantins
Graduando em Medicina pela Universidade Federal do Tocantins
Publicado
2019-12-20
Seção
Artigos