CULTURA MAKER COMO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ALFABETIZAÇÃO

UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

Autores

Resumo

Este artigo apresenta uma revisão sistemática de literatura com o objetivo de investigar a aplicação da Cultura Maker no processo de ensino-aprendizagem na Educação Infantil e na alfabetização. A revisão foi conduzida com base no protocolo proposto por Kitchenham e na metodologia PRISMA, seguindo critérios de inclusão e exclusão. Foram analisados nove artigos provenientes dos repositórios Google Acadêmico, SciELO, Portal de Periódicos da CAPES e RENOTE. Os resultados indicam que a Cultura Maker transforma a aprendizagem, tornando-a mais ativa e significativa, ao colocar o aluno como protagonista. Essa abordagem favorece o desenvolvimento de habilidades como pensamento crítico, colaboração e resolução de problemas, ultrapassando a simples criação de objetos. O estudo descreve benefícios, abordagens metodológicas, estratégias pedagógicas, desafios, limitações, espaços makers e resistências encontradas em sua implementação. Conclui-se que a integração dessa abordagem pode contribuir de forma significativa para o desenvolvimento infantil e para a alfabetização, preparando as crianças para os desafios futuros.

Biografia do Autor

SILVA, Clara Lúcia Prereira da., Universidade de Gurupi-UnirG, Gurupi, Tocantins, Brasil.

Licenciada em Pedagogia, Universidade de Gurupi-UnirG, Gurupi, Tocantins, Brasil.

Souza, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Mestre em ciências da Computação.

Pinho, Universidade Federal do Tocantins (UFT)

Mestre em Educação.

Costa, Universidade do Minho (IE-UMinho)

Pós Doutora em Ciências da Educação.

Araujo, Universidade Federal do Tocantins (UFT)

Doutora em Letras: Ensino de Línguas e Literatura.

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Publicado

2026-03-30

Como Citar

Pereira da Silva, C. L. ., de , S. M. ., Cruz, E. M. ., Resende, J. ., & de Assis Alves, M. . (2026). CULTURA MAKER COMO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ALFABETIZAÇÃO: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA. REVISTA CEREUS, 18(1), 445–459. Recuperado de https://ojs.unirg.edu.br/index.php/1/article/view/6234