A prevalência de doenças exantemáticas infantis nas diferentes regiões do Brasil

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Resumo

O estudo visa obter e analisar o perfil epidemiológico das doenças exantemáticas no Brasil, focando em identificar a incidência por idade, sexo e raça e analisar a evolução dessas patologias nas cinco regiões administrativas do país. Este é um estudo transversal, quantitativo e descritivo. Foi utilizado a plataforma de dados DATASUS e a ferramenta Tabnet, foram analisados os casos confirmados de sarampo e rubéola nas cinco regiões brasileiras no período de 2017 a 2021. A pesquisa identificou 13.470 casos confirmados de sarampo e rubéola em crianças de zero a nove anos, com as regiões Sudeste e Norte registrando as maiores incidências. Dos casos notificados, 51,30% eram do sexo masculino e 44,4% das crianças eram pardas. A faixa etária mais afetada foi a de crianças com menos de um ano, representando 52,31% dos casos. A maioria dos casos (99,75%) resultou em cura, com uma taxa de óbito de 0,24%. As doenças exantemáticas, especialmente sarampo e rubéola, ainda representam um desafio epidemiológico no Brasil, principalmente devido à variabilidade na cobertura vacinal e à influência de surtos em países vizinhos. A pesquisa destaca a importância de estratégias de vacinação e monitoramento contínuo para reduzir a morbimortalidade associada a essas doenças.  

Palavras-chave: Doenças exantemáticas. Epidemiologia. Regiões Brasileiras.

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Publicado

2024-12-14

Como Citar

Brito Silva, R., Brito Silva , R. ., Cristina Veloso Sena , D., Beserra Silva , A. V. ., Aranha Araujo , R. ., de Sousa Araújo Albuquerque , . I. F. ., … de Oliveira Vieira , C. P. (2024). A prevalência de doenças exantemáticas infantis nas diferentes regiões do Brasil. REVISTA CEREUS, 16(4), 75–83. Recuperado de https://ojs.unirg.edu.br/index.php/1/article/view/5103

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Artigos